Ainda existem alunos que gostam das
atividades escolares independente da idade,
da classe social, da qualidade do ensino, da escola ou qualquer outro motivo.
Os alienígenas na sala de aula
são alunos encontrados nas escolas que diferem muito daqueles de épocas passadas. São diferentes e bem mais exigentes.
São sujeitos que muitas vezes inconscientemente
passam a demandar uma nova didática dos professores. Eles desejam um profissional
de postura firme e qualificada, que desenvolva conteúdos programáticos
adequados à realidade social e despertem neles o interesse pelo aprender.
Urge elaborar novos currículos
que contemplem e motivem os alunos a buscarem o conhecimento através do
aprendizado inteligente. Este deveria somar a cultura familiar dos alunos, no sentido de
agregar as experiências pessoais ao potencial cognitivo que eles portam na
bagagem individual.
Quando alunos chegam à escola
trazem consigo vivências familiares, onde circulam uma variedade de estímulos
afetivos, culturais, visuais, eletrônicos entre outros a serem aproveitadas,
mesmo que algumas delas ainda sejam irrelevantes poderiam se apropriar e readequar
a situação.
Sabe-se que em muitos momentos a
escola perde o lugar de importância na vida do aluno, deixando de ser
interessante e tornando-se maçante.
Alguns pais já estão perdendo o
domínio de seus filhos junto à escola e ao processo de aprendizagem.
Dependendo da formação e da
situação em que os pais se encontram, os alunos visualizam a escola como um
lugar a mais para permanecer e depois aprender. É neste momento de
escolarização que o aluno pode contribuir para o seu aprendizado, quando a escola
o recebe e o estimula a ficar e tomar parte do grupo para tornar-se um cidadão de
futuro promissor.
É de extrema importância que escola,
pais e educadores busquem soluções para que os alunos vislumbrem no aprendizado
o aprimoramento das suas potencialidades, no sentido de encontrar uma vida satisfatória.
Uma vez apreendido jamais
esquecido.
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