Sabemos que esta conduta é considerada uma infração, sujeita a punição em muitos países, inclusive no Brasil.
Já está comprovado que ao ingerir uma garrafa de bebida alcoólica, ocorre uma alteração na percepção do indivíduo, sobretudo originar um forte sentimento de “poder” sobre o automóvel. O sujeito passa a acreditar na melhora do seu rendimento, e inconscientemente vai diminuindo sua capacidade de autocrítica e auto preservação, dificultando as relações lógicas e de associação de ideias, tornando-se superficial o controle emocional.
O condutor embriagado não tem condições físicas de perceber rapidamente as situações inesperadas, porque sua liberdade de escolha está totalmente comprometida pelo efeito do álcool.
Sabe-se que as bebidas alcoólicas podem ser compradas em vários lugares, a qualquer horário e nenhuma restrição.
Parece que nos encontramos diante de um caos social, nos trazendo resultados que implicam em muito sofrimento e perdas irreparáveis.
Estamos frente ao um distúrbio de conduta coletiva.
Inúmeras pessoas alcoolizadas estão a conduzir seus automóveis sem condições de controlar seus impulsos mais primitivos, o que contribui no desenvolvimento de traços de caráter patológicos e dissociados da realidade.
Para alguns condutores o álcool e o automóvel fazem “uma boa parceria”, onde as fantasias de realização pessoal e de conquista estão presentes, reforçando muitas vezes pensamentos alucinatórios de domínio e de poder sobre o veículo.
Dirigir um veículo e beber, definitivamente são atividades incompatíveis com a vida.

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