Caracteriza-se por
crises súbitas, com ou sem fatores desencadeantes e, frequentemente,
incapacitantes, o que pode desencadear os medos irracionais, designados como
fobias a diversas situações e evitá-las com regularidade.
Os sintomas físicos de
uma crise de pânico aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente ou por
meio de uma ansiedade motivada por estresse, perdas, aborrecimentos ou expectativas.
Os sintomas surgem como uma preparação do corpo para alguma "coisa
terrível", que poderá acontecer. A reação natural é acionar os mecanismos
de defesa que impulsionam a fuga que originam o medo.
Os sintomas são
desencadeados a partir da liberação de adrenalina frente a um estímulo
considerado como potencialmente perigoso. A adrenalina provoca alterações
fisiológicas que preparam o indivíduo para o enfrentamento desses “perigos”: ocorre
o aumento da frequência cardíaca e respiratória, que muitas vezes se traduz em
vertigem, escurecimento da visão, sensação de desmaio, dores abdominais, entre
outros e principalmente um medo eminente de morrer.
Tais sintomas podem durar de alguns minutos a
horas e variar de intensidade no decorrer das crises, sem haver um perigo real,
e durar meses ou mesmo anos, se não tratado, tende a piorar e afetar seriamente
a vida afetiva, social e profissional do indivíduo.
A Síndrome do Pânico é um sério problema de
saúde, no entanto, a busca por ajuda
impede o desenvolvimento da síndrome.
A psicoterapia
alivia os sintomas, mas em determinados casos o uso de medicação
controlada se faz necessário, e leva a excelentes resultados de forma breve.
Em alguns casos, porém, podem
ocorrer recaídas ao longo do tratamento que ficam cada vez menos intensas e
esporádicas.
Mulheres são duas vezes mais propensas a
desenvolverem o transtorno do pânico do que os homens.
Lembre-se de buscar sempre a orientação de um
bom profissional na área da saúde.

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